sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Pastor Silas Malafaia volta a pedir oferta de R$900 em troca de prosperidade financeira

Neste último sábado, dia 05 de dezembro, o pastor Silas Malafaia novamente exibiu em seu programa na Rede Bandeirantes de Televisão, o apelo do pregador Morris Cerrullo, em que o mesmo pede uma oferta voluntária de R$ 900 em troca de benção e prosperidade financeira.

Malafaia, antes de dar oportunidade ao pastor, diz, citando palavras bíblias que ‘se o povo der ouvidos aos profetas, prosperará’. Já no início de sua fala, Morris diz que tem uma unção especial financeira que irá liberar a seu povo, mas antes, o interessado deverá assumir um compromisso de ofertar, voluntariamente, R$ 900. Em troca o receberia uma Bíblia Batalha Espiritual e Vitória financeira.

“Quando você semear o que Deus está nos pedindo para fazer hoje, você vai receber algo que nunca recebeu antes. Porque 900? Estamos pedindo por nove, este ano é 2009 e os números são importantes para Deus”. Após a primeira exibição, em agosto deste ano, Silas respondeu, através de seu programa que a palavra foi abençoadora, por isto ele as reprisará. “Eu sou pentecostal e sou cuidadoso com gente falando em nome de Deus”, responde.

Sobre as inúmeras críticas recebidas, Malafaia desafia e diz que não está nem aí. “Quem critica não faz nada. Você conhece alguma coisa que algum crítico construiu? Crítico é um recalcado que tem sucesso da obra alheia”, finalizou.

Fonte: Creio

Testemunha morre após fazer depoimento contra Universal

Diretor da Igreja Universal do Reino de Deus entre 1981 e 1986 e vereador do Rio de Janeiro por três legislaturas, Waldir Abrão declarou ter sido usado como “laranja” -teve o nome usado sem consentimento- pela igreja em 20 operações de empréstimos fictícios que trouxeram dinheiro do exterior para a aquisição de uma TV de Goiânia (GO).

Abrão registrou um instrumento particular de declaração, de 23 páginas, no dia 18 de novembro no escritório Marzagão, Amaral e Leal Advogados Associados, de São Paulo. No documento, ele contou em detalhes como entrou na igreja nos anos 70 pelas mãos do líder Edir Macedo, os métodos de arrecadação da igreja e a suposta falsificação de sua assinatura em inúmeros documentos.

Seis dias depois de lavrar a escritura, passo inicial de uma futura ação judicial por cobrança de débito, Abrão, 81, foi encontrado caído no corredor do prédio em que vivia, no Rio de Janeiro, com um ferimento na cabeça. Ele morreu dois dias depois no hospital Souza Aguiar. A polícia investiga a morte.

Abrão anexou à declaração documentos que demonstram que, enquanto esteve ligado à igreja, ele realizou movimentações financeiras muito acima da sua capacidade. Por isso, foi autuado pela Receita Federal.

No auto da Receita, Abrão aparece como tomador de 20 empréstimos, no valor de Cr$ 25 bilhões (aproximadamente R$ 7 milhões em valores atuais), assinados entre 1992 e 1993 com as empresas offshore Cableinvest e Investholding, sediadas nas Ilhas Cayman.

Os empréstimos nunca foram pagos. Segundo Abrão, eram operações forjadas para internar dinheiro que havia saído do Brasil por meio de doleiros em operações de “dólar-cabo”, um sistema clandestino de remessa de capitais.

As empresas Cableinvest e Investholding são as mesmas que estão no centro da denúncia oferecida pelo Ministério Público de São Paulo, em agosto, contra o líder da Universal, Edir Macedo, e no pedido de cooperação internacional protocolado pelos promotores de Justiça nos Estados Unidos.

Em 1997, a Receita cobrou de Abrão R$ 1,8 milhão, referente à multa sobre o imposto devido. Ele atribuiu a essa multa e às demais cobranças a decisão de registrar o seu depoimento.

Abrão contou ter entrado na igreja em 1977, quando ainda se chamava Igreja da Bênção. Ele afirmou que Macedo tinha o controle total da arrecadação. “Tanto na Iurd como na casa do bispo Edir Macedo, o dinheiro era contado e repassado para os doleiros que o encaminhava para o exterior”, disse Abrão.

O aposentado narrou ter sido convidado por Edir para se candidatar a vereador no Rio, em 1988. “Na ocasião eu não sabia que o convite (…) iria sair tão caro para mim e que meu nome seria usado para ser o maior laranja da Igreja Universal.”

A partir daí, ele e sua mulher apareceram como fiadores de aproximadamente 660 contratos de aluguel de prédios para templos. Alguns aluguéis atrasaram, e o casal passou a ser executado judicialmente.

Abrão descreveu a atuação dos parlamentares apoiados pela igreja: “O objetivo era fazer com que os políticos que foram eleitos pela Iurd aumentassem a arrecadação dos seus gabinetes, exigindo dinheiro dos interessados para aprovação de qualquer projeto que fosse necessário voto no plenário ou simples apoio político”.

Nas reuniões com políticos, segundo ele, “o bispo Rodrigues ou o bispo Macedo sempre iniciavam o encontro perguntando se havia saído alguma coisa “boa” para eles”. O ex-deputado Carlos Rodrigues deixou a igreja depois de ser citado no mensalão, em 2005.

Abrão deixou igreja e se afastou da política. “Meu gabinete nunca alcançava as metas por não concordar em votar de acordo com os interesses da igreja ou cobrar por apoio”.

Em dezembro de 1997, o ex-vereador foi procurado por um auditor da Receita. “Verifiquei, pelas cópias que recebi, que todas as assinaturas dos requerimentos e da procuração que estavam no processo da Receita pedindo a juntada de documentos para atender as exigências do Fisco, em meu nome, eram falsas”, afirmou Abrão.

Ele disse que procurou “acertar as contas” com a igreja por telefone, por cartas e reuniões, mas não obteve resposta.

Outro lado

Procurada desde quarta-feira por meio de sua assessoria de comunicação para comentar as declarações de seu ex-diretor-presidente Waldir Abrão, a Igreja Universal do Reino de Deus não havia se manifestado até o fechamento desta edição.

A Folha pediu à igreja, por e-mail, explicações sobre o suposto uso de Abrão como laranja na compra de empresas com recursos oriundos das empresas offshore Cableinvest e Investholding, sediadas no paraíso fiscal das Ilhas Cayman.

A reportagem também quis saber se Abrão manteve contato com representantes da igreja acerca do débito que a Receita Federal diz que ele possuía, no valor estimado de R$ 8 milhões (valores atualizados).

Em ocasiões anteriores, sobre outras investigações que trataram da Cableinvest e da Investholding, os representantes da igreja informaram que o assunto já foi analisado e arquivado, em inquérito que tramitou no Supremo Tribunal Federal.

Em entrevista concedida em agosto à TV Record, nos Estados Unidos, o bispo Edir Macedo, líder da Universal, disse que a igreja era alvo de ataques injustos e que a cada nova denúncia que surge a Universal fica mais fortalecida.

Fonte: Folha Online

Filho de Pastor abandona filha adotiva em rodovia

Eber é evangélico e filho do pastor presidente da principal Igreja Assembléia de Deus da cidade, possui um blog e cuida da área de comunicação da igreja do pai. Segundo pessoas da cidade, Éber desde jovem era um “problema”, mas se preparava para se candidatar a deputado federal pela cidade, com apoio do pai e da igreja, segundo apurou o Gospel+ com moradores e conhecidos do envolvido.

Após confessar o abandono da filha adotiva de 3 anos na BR-259, na madrugada da última sexta-feira, em Resplendor, no Vale do Rio Doce, o diretor de comunicação Éber Rosa da Silva, 35, tentou se justificar. O homem disse à polícia que ele e sua mulher estavam tendo problemas de incompatibilidade com a criança. Autuado por tentativa de homicídio (por ter colocado a criança em risco de morte), Silva teve decretada prisão temporária por 30 dias.

A mulher dele, a dona de casa Mirlane Marília da Silva Rosa, 32, também foi ouvida. De acordo com o delegado de Resplendor, Isaqueu Lourenço da Silva Júnior, ela informou não saber que o marido havia abandonado a menina em uma rodovia. “Ela disse que o marido lhe falou que iria pegar a criança, colocar no carro e levá-la para uma instituição apropriada. Ele não teria contado à mulher o que realmente fez, e ela teria descoberto a verdade somente ontem”, afirmou o delegado.

A polícia de Ipatinga também atuou no caso. Segundo o delegado Rodrigo Manhães de Oliveira, da Delegacia de Orientação ao Menor, no primeiro momento do depoimento, Silva disse que a criança havia sido raptada, mas depois acabou confessando o abandono.

“Ele disse que havia deixado a menina na margem da rodovia porque ele e a mulher não daptaram a rotina com a criança. Falou que não estavam tendo uma boa convivência e que estavam tendo problemas de incompatibilidade com a menina e que, por isso, a criança estaria gerando problemas familiares”, contou Oliveira.

Guarda foi conquistada em agosto, no interior da Bahia.

A menina, apesar de ter apenas 3 anos, já possui uma triste história. Natural da Bahia, um juiz suspendeu o poder familiar da mãe biológica, por entender que ela não possuía condições psicológicas e financeiras de criá-la. Por isso, foi encaminhada para uma família substituta, segundo informou o delegado Isaqueu Júnior.
Nesse processo, a menina foi levada para um abrigo em Belmonte, na Bahia, de onde foi retirada no dia 31 de agosto deste ano por Silva, após conseguir a guarda.
Ainda segundo o delegado Isaqueu Júnior, as investigações em torno do caso seguem. “Vamos continuar investigando para saber se a mulher de Silva teve alguma participação no crime ou se realmente não sabia o que o marido tinha feito. Depois disso, saberemos se ela participou de alguma forma”, informou.

Fonte: O Tempo

Igrejas evangélicas estão livres de mais um imposto

As igrejas ficaram de fora do pagamento da Contribuição Para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip), que recebeu sinal verde da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Com 34 votos a favor e três contra, o Legislativo municipal aprovou, na noite de ontem, emenda modificativa que isenta templos de qualquer culto, do pagamento do tributo.

A emenda fora apresentada por três vereadores ligados à Igreja Universal: os pastores João Mendes de Jesus (PRB) e Jorge Braz (PTdoB), além de Tânia Bastos (PRP).

- Com base em que isentam as igrejas? Acredito que isso tenha sido uma moeda de troca do prefeito Eduardo Paes para conseguir os votos ao substitutivo que criou a Cosip – diz Carlos Bolsonaro (PP), um dos vereadores que votou contra a emenda e tentou barrar o substitutivo.

Andrea Gouvêa Vieira também votaram contra a emenda e o substitutivo. Ela conta que, João Mendes de Jesus a procurou para pedir que assinasse a

emenda, já que os outros dois membros da Comissão de Orçamento não estavam na Casa. Sem a assinatura de dois integrantes de cada uma das cinco comissões permanentes, a emenda teria de ser analisada e a votação da Cosip, em segunda discussão:

- Disse que não iria viabilizar isso e me recusei a assinar. João Mendes encontrou a Nereide Pedregal (PDT), vice-presidente da Comissão de rçamento, num velório e mandou a proposta de emenda para ela assinar.

Outro vereador a votar contra o substitutivo e a emenda, Eider Santas (DEM) pediu a sua assessoria jurídica que prepare uma ação contra a futura lei, que considera inconstitucional, por criar uma bitributação. Sobre a emenda, Eider lembra que os templos e igrejas (como outras instituições, como os clubes desportivos) já são beneficiados com a isenção do IPTU:

-Ou todos pagam ou ninguém paga.

Através de sua assessoria, João Mendes de Jesus, diz que defendeu os interesses da igrejas, que representa na Câmara. Procurados em seus gabinetes, os vereadores Tânia Bastos e Jorge Braz não retornaram às ligações.

Fonte: O Globo

“Religiosidade é um dos segredos do sucesso”?

A religiosidade é um comportamento moldado pela seleção natural e fez alguns grupos de seres humanos terem vantagens competitivas sobre outros há milhares de anos. O resultado disso é que hoje todos nós temos um instinto religioso, que nos faz querer acreditar em Deus.

A polêmica tese está no livro The Faith Instinct (O Instinto da Fé em tradução literal, ainda sem nome oficial no Brasil), do jornalista britânico Nicholas Wade, repórter especial de Ciências do jornal americano The New York Times.

Nascido e criado no pequeno condado inglês de Buckinghamshire, Wade foi criado na Igreja Anglicana, mas diz que sua religião não influenciou a obra. Wade conta que escreveu o livro como jornalista e, portanto, tentou evitar a inclusão de qualquer experiência pessoal.

Como fez no livro de 2006 Before the Dawn (Antes do Amanhecer em tradução literal), no qual tenta reconstruir a ancestralidade do homem desde a dispersão pela África, há 50 mil anos, Wade usa descobertas recentes da arqueologia para tentar provar que o fato de ter uma religião – seguindo o chamado instinto da fé – está na base do sucesso dos seres humanos como espécie.

Nesta entrevista a ÉPOCA, Wade conta como chegou a essa conclusão e explica como a religião beneficiou a humanidade.

ÉPOCA – O senhor se baseia em evidências arqueológicas que provariam que o comportamento religioso do ser humano existe há milhares de anos. Quais são as principais evidências?
Nicholas Wade – Há uma série de evidências descritas no livro, como arenas para danças religiosas de 7 mil anos, templos de 1,5 mil anos. Essas evidências são persuasivas e mostram que a religiosidade é universal. Isso sugere que esse comportamento é muito antigo e já estava presente na população humana ancestral antes de ela se dispersar na África, 50 mil anos atrás.

ÉPOCA – Quais são as vantagens evolutivas proporcionadas pela religiosidade?
Wade – A religiosidade conferiu uma vantagem muito significativa a alguns grupos de humanos. Ela permitiu que determinados grupos permanecessem juntos, criassem uma ligação emocional e buscassem um objetivo comum. Uma vez que todos estivessem comprometidos com esse objetivo, eles poderiam chegar a um acordo sobre como se comportar em relação ao outro, definindo padrões morais, poderiam decidir como se defender contra inimigos. Era uma vantagem poderosa, e a seleção natural permitiu que os grupos com comportamento religioso sobrevivessem e florescessem.

ÉPOCA – Então a religião e a moralidade evoluíram em conjunto?
Wade – São instintos diferentes. Nós vemos indícios de um comportamento pré-moral em animais, como por exemplo nos chimpanzés. Dois machos podem brigar, mas depois fazem as pazes e essa reconciliação traz benefícios ao grupo. A religião e a religiosidade funcionam de forma diferente. Uma coisa é saber o que é certo e outra é realmente fazer o que é certo. A religião força o comportamento moral.

No começo do século XX algumas pessoas diziam que a religião iria acabar, mas elas estavam completamente erradas.

ÉPOCA – A seleção natural de grupos é contestada por muitos biólogos. Como o senhor defende essa constatação sobre o comportamento religioso diante dessas críticas?
Wade – Sempre houve uma dificuldade para a Teoria da Evolução explicar vários comportamentos sociais humanos, como é a religião. O problema é o seguinte: se você gastar tempo ajudando as pessoas, terá menos tempos para ajudar seus filhos a sobreviver. Então, por essa lógica, uma pessoa que ajuda as outras, um altruísta, deixará menos filhos, e assim os genes do altruísmo desapareceriam rapidamente da população. Mas o que vemos é uma sociedade com muitos altruístas. Então, como explicar isso? O próprio Darwin pensou nesta questão e sugeriu que a seleção natural atua nos grupos. Segundo ele, se um grupo tiver mais altruístas, esse grupo vai prevalecer sobre um grupo com menos altruístas. Desde Darwin, muitos biólogos questionaram isso e defendem que a seleção natural agiria muito mais rapidamente sobre indivíduos, contra o altruísmo, do que sobre grupos, a favor do altruísmo. Por conta desse argumento a teoria da seleção de grupos perdeu espaço, mas recentemente alguns biólogos, como Edward O. Wilson [pioneiro do estudo da sociobiologia, de Harvard], disseram que a seleção natural dos grupos pode ter tido papel importante, especialmente na evolução humana, por conta de dois fatores: as guerras e as pressões internas contra comportamentos individualistas, que forçavam, por exemplo, que o caçador dividisse a comida com os outros. Isso pode ter suprimido ou reduzido a velocidade dos efeitos da seleção natural individual.

ÉPOCA – E essas vantagens são importantes hoje em dia?
Wade – Ainda são, tanto que todas as sociedades que conhecemos possuem religião, mesmo aquelas em que houve uma tentativa de acabar com a religiosidade, como a União Soviética. Temos um instinto religioso, e a maioria das pessoas quer ter algum tipo de religião, mesmo aquelas que não acreditam nas religiões em que foram criadas. A religião continua a desempenhar um papel importante na vida das pessoas.

ÉPOCA – Vivemos em uma era de triunfo da ciência, na qual muitas pessoas se dizem religiosas, mas não vão à igreja ou a qualquer que seja o templo. Qual é o futuro da religião?
Wade – Essa é uma pergunta tão interessante como difícil de responder. Se olharmos apenas para o Ocidente veremos situações díspares. Nas sociedades europeias, cada vez mais as pessoas estão deixando de ir à igreja, mas nos Estados Unidos elas continuam indo muito, e a religião tem um papel muito importante na sociedade. Podemos dizer que as pessoas sempre terão o instinto da fé dentro delas e se vão ou não à igreja depende da condição em que estão, por exemplo passando por uma guerra, pobreza ou estresse, situações que tendem a aumentar a necessidade de ir à igreja. Talvez seja por isso que na Suécia, onde há um estado de bem-estar que funciona muito bem, as pessoas têm menos necessidade de ir à igreja, enquanto na sociedade como a americana, na qual é muito difícil ser pobre, elas vão mais à igreja. É difícil encontrar uma resposta, mas é fato que no começo do século XX algumas pessoas diziam que a religião iria acabar, e elas estavam completamente erradas.

Fonte: Época

Ex Gay conta seu testemunho e sua luta

Dois anos atrás Michael Glatze provocou ondas de choque em toda a elite homossexual quando declarou publicamente que ele havia abandonado sua vida como proeminente ativista homossexual, se tornado cristão e abraçado a “sexualidade humana normal”.

Contudo, depois de ser vítima de intensas críticas e zombaria após sua conversão, Glatze decidiu “se retrair”, “ficar em silêncio” e “se preparar” por um tempo, mas agora diz que se sente compelido a dar seu testemunho de novo. Numa entrevista com LifeSiteNews.com (LSN), Glatze disse que, longe de ter voltado a seu velho estilo de vida (como muitos de seus críticos da comunidade homossexual disseram que ele faria), ele está “extremamente feliz, e apto a ter uma vida muito boa, normal e saudável”.

Glatze começou a se identificar como homossexual com a idade de 20 anos. Depois disso ele fundou uma popular revista homossexual para jovens — Young Gay America — com pouco mais de 20 anos, e se tornou uma fonte para os meios de comunicação nacionalmente reconhecida em questões homossexuais aos 30 anos.

Durante esse tempo, porém, ele começou a ter dúvidas sobre a homossexualidade, e em 2005, depois de uma década trabalhando no movimento homossexual, ele desistiu de tudo, decidindo que era “errado e imoral”. Pouco antes de deixar sua posição na revista, conforme ele relatou em 2007 quando revelou pela primeira vez acerca de sua conversão, ele escreveu em seu computador de escritório: “Homossexualidade é morte, e eu escolho vida”.

Depois de anunciar sua conversão, Glatze diz que foi “duramente criticado por pessoas que não me conheciam ao ponto em que eu precisava me retrair, para entender melhor tudo o que eu estava discutindo”.

“A fúria que vem dos indivíduos ‘gays’ contra pessoas como eu pode ser cruel e vil, e pode machucar”, ele disse para LSN. “Eles não param por nada para fazer me sentir envergonhado por minha atual posição acerca da homossexualidade, e tentar me fazer duvidar do que experimentei em minha vida”.

“Cheguei ao ponto em que decidi ficar em ‘silêncio’, e recusar ofertas para falar, e me preparar”, disse ele.

Desde então ele diz que “está confiando em Deus, e somente em Deus”. “Venho adorando viver uma vida relativamente normal”, disse ele. “Vou à igreja. Tenho namorado moças. E, continuo a entender as ramificações do pecado homossexual de forma cada vez mais profunda, e à medida que encontro outros presos nesse pecado, aprendo mais sobre a natureza humana, e observo minhas próprias experiências — comparando-as com o modo como eu poderia ter respondido ou reagido em certas situações apenas alguns anos atrás”.

Agora pronto para compartilhar seu testemunho de novo, ele diz que insiste em fundamentar sua identidade em Deus, em vez de se definir de acordo com sua condição de “ex-gay”. “Não quero ser algum tipo de porta-voz que faz essa questão parecer exagerada acerca de mim”, ele explicou.

“Há inúmeras pessoas que saíram do estilo de vida homossexual com êxito, largaram os hábitos do pecado homossexual e que têm vidas felizes e saudáveis”, ele continuou.

Ele diz que foi edificado por “muitos, muitos e-mails de pessoas de várias partes do mundo que se identificaram com meu testemunho… que me incentivaram a prosseguir nesta caminhada, que estão felizes, que abandonaram a homossexualidade, deixando-a bem para trás, que têm filhos e que têm belas esposas”.

“Parte do problema em ‘divulgar o testemunho’ é que estamos realmente apenas falando sobre a experiência humana normal”, disse ele. “Não é o tipo de coisa onde você sente a necessidade de investir horas de sua vida, correr e gritar ‘Gente, vocês precisam respirar o ar!’”

A verdade é “óbvia”, explicou ele. “A heterossexualidade é a sexualidade humana normal, enquanto a homossexualidade é um desvio. Essas são coisas óbvias. O que é tão inovador é o modo como os ativistas estão tendo sucesso em turvar a realidade”.

“Penso que enquanto os meios de comunicação perpetuarem o mito de que a homossexualidade não pode ser curada… quero continuar a espalhar a mensagem da verdade em oposição a essa mentira”, disse ele, “sustentado pelo fato de que estou mais feliz, mais confiante e muito mais saudável — e muito, muito menos gay — desde 2007 e os anos anteriores”.

Fonte: Life Site News

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